| En el espacio - 24 - Satelites artificiales |
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En este capítulo de "En el espacio" se
centrará en nuestros satélites
artificiales, que tanto ha favorecido al
lanzamiento de nuestras telecomunicaciones
global.
Los satélites tiene multifuncionalidades
primordiales para nuestras tecnologías, como
el GPS, la TV, uso militar y agrícola,
meteorología, etc...
Los satélites meteosat ha sido la vanguaria
del "Hombre del tiempo", y que nos ha ayudado
a hacer predicciones de hasta 14 días,
gracias a los modelos numéricos. Además de
estudiar el famoso cambio climático.
También nos sirve para estudiar la
orografía terrestre. Tags : universo espacio documental spacefiles cosmos bigbang infini |
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| Brasília em 1967: Plano Piloto e Cidades-Satélites |
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A partir de dois traços, em forma de cruz,
no branco do papel, iniciou-se o esboço de
um projeto urbanístico que entrou para a
história. O desenho de um avião, em
seguida, foi o ponto de partida para a planta
da cidade. Após a sua construção, a cabine
do piloto dessa aeronave, passou a abrigar os
poderes que comandam o país. Em 1987, ela se
tornou a primeira cidade moderna do mundo a
ser tombada pela Unesco como Patrimônio
Histórico da Humanidade.
Tanto o projeto urbanístico de Lúcio Costa
quanto a moderna arquitetura dos edifícios
desenhados por Oscar Niemeyer conferem a
Brasília características que não encontram
paralelo em qualquer outra cidade do mundo.
De automóvel, é possível atravessar toda a
sua extensão, a partir da entrada Sul até o
final da Asa Norte, sem pegar um único sinal
de trânsito sequer. De cada ponto desse
trajeto totalmente arborizado, vê-se a linha
do horizonte: a cidade é plana e os
edifícios residenciais têm, no máximo,
seis andares. Além disso, o ar de Brasília
é puro, pois não há indústrias pesadas ao
seu redor.
Mas essa qualidade de vida, desfrutada por
quem habita o Plano Piloto, tem um custo alto
para a maioria da população, que mora nas
periferias. Enquanto a cidade possui cerca de
um automóvel para cada duas pessoas (maior
índice do país), o seu transporte coletivo
leva pouco mais do que um passageiro por
quilômetro percorrido de linhas de ônibus,
número que chega a ser quatro vezes menor do
que o de cidades de mesmo porte. Esse baixo
índice, que torna a tarifa de ônibus em
Brasília uma das mais caras do país, se
deve à grande distância entre as
cidades-satélites, onde vive cerca de 90% da
população do Distrito Federal, e o Plano
Piloto, que concentra 77% dos postos de
empregos do DF, segundo levantamento feito
pelo Ministério do Trabalho, em 1999.
Esses dados fazem parte de um estudo feito
por pesquisadores da Faculdade de Arquitetura
e Urbanismo da Universidade de Brasília
(UnB), sobre a ocupação territorial do DF.
O estudo mostra que o processo de
periferização, que em outras grandes
cidades se deu por pressões do mercado
imobiliário, no DF foi instituído pelo
próprio governo. "O processo de
implantação dos núcleos urbanos foi
extremamente segregacionista desde a sua
origem", afirma Frederico de Holanda, um dos
responsáveis pela pesquisa.
O estudo revelou que, segundo estatísticas
da Companhia de Desenvolvimento do Planalto
Central (Codeplan), desde a construção da
capital, a população do DF é maior nas
cidades-satélites do que no Plano Piloto.
Milhares de migrantes que foram para a
região trabalhar na construção da capital,
se alojaram, na época, nas imediações da
Cidade Livre, atual Núcleo Bandeirante. Em
1958, uma parte dos operários foi convencida
por assistentes sociais a se mudar para os
loteamentos da primeira cidade-satélite que
surgia: Taguatinga, a 20 Km do Plano Piloto.
Pouco mais de uma década depois, com a
Campanha de Erradicação de Invasões (CEI)
criada pela administração de Brasília,
surgia ao lado de Taguatinga aquela que seria
a maior cidade-satélite do DF: Ceilândia.
"A remoção dos moradores de várias favelas
deu origem a essa cidade", conta Holanda. No
censo de 1980, Ceilândia já possuía uma
população maior que a do Plano Piloto.
"A configuração urbana do DF
caracterizou-se como um modelo de ocupação
muito menos compacto, muito menos denso",
afirma Patrícia Melasso Garcia, outra
pesquisadora da UnB envolvida no estudo. "As
cidades criadas pelo poder público
localizavam-se distantes do centro", ela diz.
Os pesquisadores da UnB mencionam o documento
Brasília Revisitada, escrito por Lúcio
Costa em 1987, no qual o próprio urbanista,
que projetou uma área de expansão na
cidade-satélite do Guará, entre Taguatinga
e o Plano Piloto, reconhece as consequências
sociais da concentração populacional nas
cidades-satélites. "A longa distância entre
as satélites e o Plano Piloto isolou dois
terços de sua população metropolitana que
reside nos núcleos periféricos, além de
gerar problemas de custo para o transporte
coletivo", admite Lúcio Costa em seu texto.
Misticismo
Com pirâmides que lembram a antiguidade
egípcia, como o Teatro Nacional e o Templo
da Boa Vontade, Brasília é cercada por
misticismo desde a sua criação. Às margens
do lago Paranoá, construído artificialmente
para amenizar a baixa umidade da capital, há
a inscrição de uma profecia atribuída a
Dom Bosco, padre italiano fundador da Ordem
dos Salesianos, em 1859. Na Ermida que leva o
seu nome, o texto da profecia de Dom Bosco
diz que "entre os paralelos de 15º e 20º,
partindo de um ponto onde se formava um lago,
surgirá a terra prometida". Brasília,
situada nas proximidades do paralelo de 15º,
é tida pelos místicos da cidade como a
"terra prometida", vislumbrada por Dom Bosco. Tags : architecture Niemeyer Oscar modernism urbanism capital Brasil Lucio Costa johnny love metro contrasts virginie |
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Durée : 256 s |
| Prestige y satelites |
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Entrevista realizada a Francisco Carreño (de
la Universidad Rey Juan Carlos) en el
programa de RTVE "A Ciencia Cierta" emitido
el 13 de noviembre de 2006, con motivo del IV
aniversario del desastre del Prestige. Se
comenta los resultados del análisis de
imágenes de satélite, fundamentalmente
RADAR SAR para estudiar la contaminación
marina provocada por el accidente de este
petrolero frentre a la costas españolas. Tags : Prestige Remote sensing SAR |
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